Sempre que lemos algo, a nossa consciência dá-nos uma imagem, idealizamos o autor (a), ou a personagem. Dependendo do que escrevem, ou do que representam.
Raramente essa imagem corresponde à realidade, isto fisicamente, porque moralmente, emocionalmente a consciência não nos engana, quem escreve com o coração, torna-se transparente… desde, claro, que também nós que lemos, o façamos do mesmo modo; lermos com o coração.
Para aqueles que ao abrirem este site, e que dediquem um pouco do vosso tempo à leitura de um ou de outro texto da minha autoria, independentemente de ser do vosso agrado ou não, deixo desta forma registado o meu agradecimento.
Antónia Serafim? Quem é Antónia Serafim?
Falarmos sobre nós, se somos felizes ou não… se vivemos acompanhados ou sós… se somos gordos, magros, altos ou baixos… nada disto faz sentido, explicar o nosso lado físico não faz com que nos conheçam, nos idealizem. Por isso, é a escrever que vou dar-vos a conhecer o que sou; quem sou.
Em tudo o que escrevo está um pouco de mim, do meu coração, dos meus sentimentos. Basta que leiam da mesma forma… com o coração.
Escrevo livre de pretensões, nunca escrevi sobre algo que não tivesse conhecimento, de outro modo faltaria a emoção, o sentir. Com certeza (estarei aos olhos de quem lê), errada em muitos aspectos, cada um tem a sua maneira de gerir os próprios sentimentos. Esta é a minha maneira… sou o que escrevo.
Muito prazer em conhecê-los!
Antónia Serafim
Raramente essa imagem corresponde à realidade, isto fisicamente, porque moralmente, emocionalmente a consciência não nos engana, quem escreve com o coração, torna-se transparente… desde, claro, que também nós que lemos, o façamos do mesmo modo; lermos com o coração.
Para aqueles que ao abrirem este site, e que dediquem um pouco do vosso tempo à leitura de um ou de outro texto da minha autoria, independentemente de ser do vosso agrado ou não, deixo desta forma registado o meu agradecimento.
Antónia Serafim? Quem é Antónia Serafim?
Falarmos sobre nós, se somos felizes ou não… se vivemos acompanhados ou sós… se somos gordos, magros, altos ou baixos… nada disto faz sentido, explicar o nosso lado físico não faz com que nos conheçam, nos idealizem. Por isso, é a escrever que vou dar-vos a conhecer o que sou; quem sou.
Em tudo o que escrevo está um pouco de mim, do meu coração, dos meus sentimentos. Basta que leiam da mesma forma… com o coração.
Escrevo livre de pretensões, nunca escrevi sobre algo que não tivesse conhecimento, de outro modo faltaria a emoção, o sentir. Com certeza (estarei aos olhos de quem lê), errada em muitos aspectos, cada um tem a sua maneira de gerir os próprios sentimentos. Esta é a minha maneira… sou o que escrevo.
Muito prazer em conhecê-los!
Antónia Serafim
Romance… o que será?
Quem não sonha com o amor? Quem não gostaria de um dia viver um doce e terno romance?
Mas um romance é isso mesmo, um romance!
É algo que se idealiza, um sonho. A ser vivido perde a pureza, a ternura, deixa de o ser. Passa a ser uma relação, e numa relação nada é idílico, eterno.
Num recanto bem guardado, quem não vive um romance? Quem não se refugia nos sonhos?
Quem não guarda para si uma linda carta de amor? Se não no papel, na lembrança… no coração!
Pior que não viver um romance é não amar, amar e ser amado, amar sem ser amado, mas amar. Amar os pais, os irmãos, amar os filhos, amar um homem, uma mulher… amar a vida. Amar um romance!
Romance é poesia!
Nos meus tempos de menina, como todas as adolescentes, também eu sonhei com o amor, o senti. Como seria a vida sem um primeiro amor? Aquele que marca, que fica para sempre guardado na recordação. Um amor que guardo com toda a ternura, com todo o carinho. Porque esse amor não foi vivido, passou a ser um romance… o meu romance!
Amar um romance, não significa amar o homem, ou a mulher. Amar um romance é amar uma bonita história de amor. A minha história de amor!
Quem não sonha com o amor? Quem não gostaria de um dia viver um doce e terno romance?
Mas um romance é isso mesmo, um romance!
É algo que se idealiza, um sonho. A ser vivido perde a pureza, a ternura, deixa de o ser. Passa a ser uma relação, e numa relação nada é idílico, eterno.
Num recanto bem guardado, quem não vive um romance? Quem não se refugia nos sonhos?
Quem não guarda para si uma linda carta de amor? Se não no papel, na lembrança… no coração!
Pior que não viver um romance é não amar, amar e ser amado, amar sem ser amado, mas amar. Amar os pais, os irmãos, amar os filhos, amar um homem, uma mulher… amar a vida. Amar um romance!
Romance é poesia!
Nos meus tempos de menina, como todas as adolescentes, também eu sonhei com o amor, o senti. Como seria a vida sem um primeiro amor? Aquele que marca, que fica para sempre guardado na recordação. Um amor que guardo com toda a ternura, com todo o carinho. Porque esse amor não foi vivido, passou a ser um romance… o meu romance!
Amar um romance, não significa amar o homem, ou a mulher. Amar um romance é amar uma bonita história de amor. A minha história de amor!
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